1961
- Janio assume e renuncia; Parlamentarismo - Posse de João Goulart 1964 é derrubada
1964
Marechal Castelo Branco;
Cassação de mandados políticos
Suspensão de direitos políticos de funcionários, militares, professores, cidadãos
1965
MDB e ARENA
1967
Arthur da Costa e Silva
Promulgada Nova constituição
1968
Passeatas contra o Regime Militar
Ato Institucional n. 5 com fechamento do Congresso, cassações e prisões
Atos terroristas
1969
Sequestro do embaixador americano Charles Elbrick
Dutra adoece
vice é proibido de assumir (Pedro Aleixo)
1970
Emílio Garrastazu Médice
Tortura e morte a militantes
Censura prévia a publicações
Tranzamazônica
1971
Carlos Lamarca é morto na Bahia ( um dos líderes contra o regime militar na luta armada)
1973
Anticandidatura de Ulisses
1974
Ernesto Geisel
1975
Jornalista Vladimir Herzog morto na prisão do II Exército
1976
Morte do operário Manoel F Filho
Presidente substitui o comandante do II Exército
1977
Rachel de Queiroz é eleita na ABL
1978
Revogação AI-5
1ª Greve ABC
1979
João Batista Figueiredo
Lei de Anistia
Reforma Partidária
1980
Bomba na OAB e gabinete cereador Antonio Carlos (MDB)
Emenda de Eleições Diretas para governador
1983
CUT/PT
Manifestações Eleições Diretas para Presidente
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Obras de DRUMMOND
1957 - Fala amendoeira
1959 - Poemas
1962 - Lição de coisas; Antologia Poética; A Bolsa e a Vida
1964 - Obra completa (Aguilar)
1966 - Cadeira de balanço
1967 - Versiprosa; José e outros; Uma pedra no meio do caminho - biografia de um poema
1968 - Boitempo; A falta que ama
1970 - Caminhos de João Brandão
1973 - As Impurezas do branco; Menino antigo - Boitempo II
1974 - De notícias e não noticias faz-se a crônica
1975 - Amor, amores
1977 - Discurso de primavera e algumas sombras; Os Dias lindos; A Visita
1978 - O Marginal Clorindo Gato; 70 historinhas
1979 - Esquecer para lembrar - Boitempo 3
1980 - A paixão medida
1981 - Contos plausíveis / O Pipoqueiro da esquina
1982 - A Lição do amigo
OUTROS
Alguma poesia
Brejo das almas
Sentimento do mundo
Poesias
A Rosa do povo
Poesia até agora
Claro enigma
Contos de aprendiz
Passeios na ilha
Violas de bolso
Fazendeiro do ar e poesia até agora
CRÔNICAS
Confissões de Minas
50 poemas
1959 - Poemas
1962 - Lição de coisas; Antologia Poética; A Bolsa e a Vida
1964 - Obra completa (Aguilar)
1966 - Cadeira de balanço
1967 - Versiprosa; José e outros; Uma pedra no meio do caminho - biografia de um poema
1968 - Boitempo; A falta que ama
1970 - Caminhos de João Brandão
1973 - As Impurezas do branco; Menino antigo - Boitempo II
1974 - De notícias e não noticias faz-se a crônica
1975 - Amor, amores
1977 - Discurso de primavera e algumas sombras; Os Dias lindos; A Visita
1978 - O Marginal Clorindo Gato; 70 historinhas
1979 - Esquecer para lembrar - Boitempo 3
1980 - A paixão medida
1981 - Contos plausíveis / O Pipoqueiro da esquina
1982 - A Lição do amigo
OUTROS
Alguma poesia
Brejo das almas
Sentimento do mundo
Poesias
A Rosa do povo
Poesia até agora
Claro enigma
Contos de aprendiz
Passeios na ilha
Violas de bolso
Fazendeiro do ar e poesia até agora
CRÔNICAS
Confissões de Minas
50 poemas
sábado, 5 de maio de 2012
SIMBOLISMO PORTUGUÊS (CULTO DO VAGO)
Início - duas revistas de Coimbra:
Os Insubmissos
Boêmia Nova (1889)
Colaboração - Eugênio de Castro; Alberto de Oliveira; Alberto Osório de Castro; Antonio Nobre; Agostinho de Campos.
Simbiose entre realistas e simbolistas
Origens - no Romantismo, com características próprias na França.
Baudelaire (modernização da poesia) - Flores do mal (1857) inaugura revolução poética (simbolismo, decadentismo, surrealismo e outros ismos)
3º número do Parnase-Contemporain (1876) - crise do ideário parnasiano e o despontar de uma poesia nova que ressuscitava o culto do vago em substituição ao culto da forma e do descritivo.
1882 - decadente (indica um gênero de poesia)
Preconizavam a anarquia, satanismo, perversões, morbidez, pessimismo, histeria, horror da realidade banal, culto do neologismo, vocábulos preciosos como flanescente, adamantino.
Só lhes restavam criar quimeras brilhantes, visto viverem entediados com a decadência da civilização.
Nesse aspecto aproximavam-se dos realistas e naturalistas que pintavam e combatiam a sociedade do tempo por considerá-la em decomposição. Semelhança desfeita com o decadentismo. Transformou-se em simbolismo anos depois.
1881-1873 - Verlaine concebe sua arte poética publicados em 1884.
Seu primeiro verso defendia o enlace da poesia com a música.
18/099/1886 - Jean Morés publica no Fígaro Literaire un Manifeste Littéraire no qual define pela primeira vez o que chama simbolismo (substiuindo o decadentismo) insuficientes para englobar as manifestações desconexas. O Simbolismo incorpora as conquistas decadentes, mas muitas delas continuam a ter vida própria.
Moréas prega que a poesia simbolista procura vestir a idéia de uma forma sensível.
Com o manifesto é instalado o Simbolismo na França e de lá espalha-se.
Influências estéticas e filosóficas
Baudelaire - simbolistas acolhem como um mestre pelo espírito rebelde e original; inimigo da moral e da poesia convencional, sacerdote de cultos satâncicos que desvendavam esferas inferiores e exteriores.
Filosofia do inconsciente (1869) de Hartmann e explicação do mundo pela existência dum espírito inconsciente.
Filosofia de Shopenhauer - o mundo é uma representação; a inversão de novas teorias idealistas e metafísicas.
Do romance russo - misticismo
Música de Wagner - enaltecida como símile modelar da aspiração simbolista (aliança com a poesia e a ação) em suas famosas óperas.
Pintura impressionista (debate realista) - domina até aparecer o grupo dos "nabis"
Realistas e naturalistas resistiram.
Características do Simbolismo
Antipositivista, antinaturalista e anticientificista. Retorno à atitude psicológica e intelectual assumida pelos românticos.
Opõe-se ao culto do não-eu. Voltam-se a procura de zonas mais profundas.
Subconsciente e inconsciente: caos, alógico, anárquico, vida interior.
Gramática psicológica recorrendo a neologismo, combinações vocabulares inusitadas, arcaísmos.
Realidades inefáveis - mundo vago e complexo.
Sugestão - palavras devem evocar e não descrever; sugerir e não definir.
Correspondência entre o mundo material e imaterial - acabou desaguando na simbolização por meio de metáforas polivalentes.
Esforço de apreensão do impalpável.
Símbolo - múltiplo e fugidio sinal luminoso duma complexa realidade espiritual.
Vaguidades interiores - evocáveis pela música, graças ao caráter inobjetivo e adescritivo para praticar o inefável.
Sondagem interior atinge estratos mais fundos - dá-se o encontro entre o subconsciente individual e o que Jung viria a chamar de inconsciente coletivo o porta voz das multidões.
Segunda renascença da Idade Média - e o reingresso das zonas de misticismo, cavalaria.
Estados de alma caóticos e vagos - semelham estados místicos
Cultivam o vago. o culto, o mistério, a ilusão, a solidão implicando na recuperação, na crença teológica, metafísica.
Métrica - defesa do verso livre; metros sonoros, coloridos, evocativos, senestesias (imagens resultantes de todos os sentidos).
Introdução e evolução do simbolismo português
Introdução - Eugênio de Castro com Oaristos (1890) com prefácio do programa do Simbolismo.
Nefelibatas - que andam nas núvens;
Antonio de Oliveira Soares - exame de consciência;
Alberto de Oliveira - Poesias
D. João de Castro - Alma póstuma
Júlio Brandão - O Livro de Aglais
Antonio Nobre - Só
Guerra Junqueiro - Os Simples
POESIA
Alberto de Oliveira - Palavras loucas
Eugenio de Castro, Antonio Nobre e Camilo Peçanha - (os grandes do movimento)
PROSA
Mesclou-se com elementos realistas ou naturalistas. Nos últimos estágios do Realismo observava-se ingredientes anarquizadores do cientificismo:
Eça de Queiroz (A cidade e as serras; A correspondência de Fradique Mendes
Últimas páginas; Contos)
Fialho de Almeida (contos, A cidade do Vício; O País das uvas)
Trindade Coelho (Os Meus amores)
Abel Botelho (Amor crioula, Os Lázaros)
Neles encontra-se componentes ficcionais semelhantes aos que foram objeto de atenção por parte dos simbolistas.
Cultivam prosa poética ou poema em prosa.
Raul Brandão - o mais importante
João Barreira - gouaches (estudos e fantasias) 1882
Manuel Teixeira Gomes - Gente singular (contos) 1909; Maria Adelaide(romance)
Inventário de junho (viagens); agosto azul.
Carlos Malheiro Dias
Antero de Figueiredo
Manuel Laranjeira
Antonio Patrício
João Grave.
TEATRO
Cultivavam-se teatro poético, que procurava levar para o palco as doutrinas estéticas predominantes. Raul Brandão - O gebro e a sombra(1923); O Rei Imaginário; O doido e a morte; O Avejão.
D. João da Câmara (1852-1907) - peças de caráter histórico. AfonsoVI; A Tontinegra Real; Alcácer Quibir. Poético(O Pântano; Meia Noite), Comédias (Os Velhos).
Júlio Brandão - (Teatro poético - A Noite de natal (1899)
Marcelino Mesquita - Atitudes e soluções românticas e realistas.
Dor suprema(1895); Velho Tema (1896); O Regente (1897); Peraltas e Sécias(1899)
Os Castros; Sempre Noiva; Almas Doentes; Pedro, O cruel; Frinéia.
Júlio Dantas (1876-1962) - conseguiu sobreviver mais tempo a morte do simbolismo.
Cultivou conto, romance, crônica. Teatro (A severa(1901); O Paço de Veiros(1903); Rosas de todo o ano(1907); O reposteiro verde(1912); A ceia dos cardeiais(1902) - versos alexandrinos contrapõe três concepções do amor (cardeal francês, cardeal italiano e cardeal português). Sua obra caracteriza-se por portuguesismo. Algumas vezes derramando-se em sentimentalismo, esquematismo psicológico, e predileção pelos temas amorosos.
LITERATURA PORTUGUESA (4 ÉPOCAS)
ÉPOCA MEDIEVAL (1140-1521)
Caracteristicas:
a) Influência da escola provençal e da escola espanhola;
b) Separação entre a poesia popular e a erudita;
c) Traduções latinas e pelas obras da moral;
d) Pela fundação da Universidade, em Lisboa.
e) Pela autonomia da língua portuguesa, afastando-se do galego, do francês e do latim;
f) Aparecimento da história.
POESIA
1) Escola Provençal (1200-1385)
Aliança das tradições populares antigas com a paixão da alma moderna, pelo objeto dos seus cantos, amoe, prazer e sentimento e artifícios estróficos.
Poesia
Cancioneiros (coletâneas das canções populares ou eruditas.
Cancioneiros da Ajuda - (ou dos Nobres) - por ter pertencido à biblioteca do Colégio dos nobres e, depois de 1825, à da ajuda.
Cancioneiro da Vaticana - encontrado na biblioteca vaticana.
Cancioneiro Colocci-Brancuti - por ter pertencido ao filólogo italiano Angelo Colocci e, depois, ao conde Brancuti. Estava na Torre do Tombo.
Era comum a arte de trovar.
O trovador cultivava a poesia e a música criando obras novas. Cantava-se versos alheios e próprios ao som de instrumentos (jogral).
Trovava-se a troco de dinheiro (segrel)
Trovadores: D. Diniz; D. Pedro; D. Afonso Sanches(várias canções da vaticana).
PROSA
1) História
Fernão Lopes- alguns acham João Camelo(cronista) o primeiro.
Cronica breve do arquivo nacional;
cronicas breves e memórias avulsas de Santa Cruz.
Livros de linhagens ou nobiliários.
Crônica de conquista do Algarve.
Crônica de fundação do Mosteiro de São Vicente de Lisboa.
Vida de Santa Isabel.
Crônica Geral da Espanha - por D. Afonso.
2)NOVELAS
Romances de cavalaria narrando fantásticas aventuras.
Esses poemas heróicos formaram um ciclo:
a) Ciclo Carolíngio em volta de Carlos Magno - conta suas proezas militares;
b) Ciclo bretão - façanhas de Artus ou Artur, rei lendário da Bretanha que instituiu a Távola Redonda e que procura O Santo Graal (taça de que Jesus Cristo se servira na última ceia e na qual José de Arimatéia recolheu o sangue derramado.
c) Ciclo grego-latino - formado pelas tradições e lendas gregas e latinas.
d) Ciclo de Amadis - descreve os amores de Amadis de Gaula, cavaleiro bretão.
3) LENDAS E FÁBULAS DO SÉC. XV
Lenda de S. Elói e o livro de Esopo.
ESCOLA ESPANHOLA
Pela influência que, na corte portuguesa, exerceu a poesia castelhana.
Garcia de Resende
D. Pedro
PROSA
D. João I
D. Duarte
D. Pedro
D. Afonso V
Fernão Lopes
Fonte: Pe. Antonio da Cruz. Arte da composição e do estilo e história da literatura portuguesa e brasileira. Petrópolis, RJ: Vozes, 1959.
Caracteristicas:
a) Influência da escola provençal e da escola espanhola;
b) Separação entre a poesia popular e a erudita;
c) Traduções latinas e pelas obras da moral;
d) Pela fundação da Universidade, em Lisboa.
e) Pela autonomia da língua portuguesa, afastando-se do galego, do francês e do latim;
f) Aparecimento da história.
POESIA
1) Escola Provençal (1200-1385)
Aliança das tradições populares antigas com a paixão da alma moderna, pelo objeto dos seus cantos, amoe, prazer e sentimento e artifícios estróficos.
Poesia
Cancioneiros (coletâneas das canções populares ou eruditas.
Cancioneiros da Ajuda - (ou dos Nobres) - por ter pertencido à biblioteca do Colégio dos nobres e, depois de 1825, à da ajuda.
Cancioneiro da Vaticana - encontrado na biblioteca vaticana.
Cancioneiro Colocci-Brancuti - por ter pertencido ao filólogo italiano Angelo Colocci e, depois, ao conde Brancuti. Estava na Torre do Tombo.
Era comum a arte de trovar.
O trovador cultivava a poesia e a música criando obras novas. Cantava-se versos alheios e próprios ao som de instrumentos (jogral).
Trovava-se a troco de dinheiro (segrel)
Trovadores: D. Diniz; D. Pedro; D. Afonso Sanches(várias canções da vaticana).
PROSA
1) História
Fernão Lopes- alguns acham João Camelo(cronista) o primeiro.
Cronica breve do arquivo nacional;
cronicas breves e memórias avulsas de Santa Cruz.
Livros de linhagens ou nobiliários.
Crônica de conquista do Algarve.
Crônica de fundação do Mosteiro de São Vicente de Lisboa.
Vida de Santa Isabel.
Crônica Geral da Espanha - por D. Afonso.
2)NOVELAS
Romances de cavalaria narrando fantásticas aventuras.
Esses poemas heróicos formaram um ciclo:
a) Ciclo Carolíngio em volta de Carlos Magno - conta suas proezas militares;
b) Ciclo bretão - façanhas de Artus ou Artur, rei lendário da Bretanha que instituiu a Távola Redonda e que procura O Santo Graal (taça de que Jesus Cristo se servira na última ceia e na qual José de Arimatéia recolheu o sangue derramado.
c) Ciclo grego-latino - formado pelas tradições e lendas gregas e latinas.
d) Ciclo de Amadis - descreve os amores de Amadis de Gaula, cavaleiro bretão.
3) LENDAS E FÁBULAS DO SÉC. XV
Lenda de S. Elói e o livro de Esopo.
ESCOLA ESPANHOLA
Pela influência que, na corte portuguesa, exerceu a poesia castelhana.
Garcia de Resende
D. Pedro
PROSA
D. João I
D. Duarte
D. Pedro
D. Afonso V
Fernão Lopes
Fonte: Pe. Antonio da Cruz. Arte da composição e do estilo e história da literatura portuguesa e brasileira. Petrópolis, RJ: Vozes, 1959.
domingo, 22 de abril de 2012
CRÔNICA
IDADE MÉDIA E RENASCIMENTO - Registro histórico;
SÉCULO XIX - Significação de crônica como texto literário no Brasil e Portugal;
PORTUGAL - Fernão Lopes - nomeado cronista-mor em 1434, pelo rei D. Duarte.
Tarefa: por em crônica as estórias dos reis.
Narra feitos dos antigos reis até esse reinado. Essa narrativa é chamada de crônica.
As figuras e os atos dos reis são seus referenciais.
BRASIL - Carta de Caminha - apresenta características do cronista historiador, mas também do cronista de jornal contemporâneo. Caminha se dirige a um leitor específico, o rei D. Manuel. Sua crônica é longa e escrita como carta-relatório. Enfoca homens da nobreza.
CRONISTA ATUAL - dirige-se a milhares de leitores. São breves; forma livre e variável. Fazem uso da ficção sem preocupação com registro histórico.
CRÔNICA MODERNA - concentração no registro cotidiano de pessoas em determinado momento. Enfoca o homem comum.
CRÔNICAS DE VIAGEM
A carta de Pero vaz Caminha inicia a história e a literatura no Brasil.
Principais autores de crônicas de viagens no Brasil: Manuel da Nóbrega, José de Anchieta.
Produziram crônicas sobre a vida colonial.
SÉCULO XVI
Viajantes europeus registram em cartas, tratados, diários e crônicas suas impressões sobre a terra recém -descoberta. São chamados textos de informação.
SÉCULO XVIII
Relatos passam a ter caráter mais científico.
Crônicas e pinturas do francês Jean Baptiste Debret, integrante da missão artística francesa (1816-1831)
CRÔNICAS DE VIAGENS DE INTERESSE LITERÁRIO DE AUTORES MODERNOS
Cecília Meireles
Luís Fernando Meireles
João Ubaldo Ribeiro
Alcântara Machado
Fernando Gabeira
CRÔNICA JORNALÍSTICA - FOLHETIM
Séc XIX - França - pequeno espaço no jornal (histórias curtas, críticas escritas de modo leve).
1852 ( crônica brasileira) - Francisco Otaviano - coluna A Semana no Jornal do Comércio.
Folhetinistas (escreviam romances em capítulos) - Machado de Assis, José de Alencar, Joaquim Manoel de Macedo e Raul Pompéia. Principal característica: entretenimento.
CONSOLIDAÇÃO (1930-2004) - Rubem Braga
1940 - Anos dourados - Paulo Mendes Campos; Fernando Sabino; Rachel de Queiroz; Millor Fernandes; Sérgio Porto; Vinicius de Moraes; Nelson Rodrigues.
CRÔNICA ATUAL - Jornais e livros; Periódicos. Um dos gêneros mais lidos.
Luís Fernando Verissimo; João Ubaldo Ribeiro; Ignácio de Loyola Brandão .
Aprovação crítica e popular.
Aprovação crítica e popular.
PERIÓDICOS ELETRÔNICOS - a partir dos anos 90.
quarta-feira, 7 de março de 2012
MÚSICA CLÁSSICA
IDADE MÉDIA (Gótico)
Música Sacra
Canto gregoriano
Leoninus
Profinus
Séc. XIV - Achaut
Séc. XV - (Transição)
Escola Flamenca
Joaquim Desprez
Profana ( Jean Oekgen)
RENASCENÇA (1400-1600) - Variedade de vozes:
Instrumental
Palestrina - Missa papae Marcelli
Monteverdi - Orfeu (final da época)
Don Carlo Jesualdo - Madrigais
Giovani Gabrielli - canzone personar
BARROCO - Vibrante
Vivaldi - As quatro estações
Handel - O Messias
Shutz - Paixão segundo S. João (criador da ópera alemã)
Bach - Concerto de Brandemburgo
BARROCO (1600) - Surge a Ópera:
Bach;
Handel;
Vivaldi;
CLÁSSICO (1750-1820) -
Bach;
Mozart;
Haydn;
Gluck;
Beethoven;
ROMÂNTICO (1820-1900)
Música Clássica com informações da música popular
Wagner;
Schumann;
Brahms;
Liszt;
Chopin;
Verdi;
Carlos Gomes.
SÉCULO XX
Impressionismo - Debussy, Ravel;
Expressionismo - Schoenberg;
Neoclassicismo - Stravinsk;
Nacionalismo - Villa-Lobos, Nepomuceno
http://www.youtube.com/watch?v=BeJI9weVxTM
HEITOR VILLA LOBOS
Rio de Janeiro, 5 de março de 1887 - Rio de Janeiro, 17/11/1959)
Maestro e compositor brasileiro)
Considerado o maior expoente da música do modernismo no Brasil.
Compôs obras que enaltecem o espírito nacionalista incorporando elementos das canções folclóricas, populares e indígenas.
Primeiras composições - marca do estilo europeu da virada do século XIX para o séc. XX.
Influências: Wagner, Puccini e pelo Romantismo francês da Escola de Frank.
Nas danças - características africanas (1914).
1917 - Descobre linguagem própria nos bailados Amazonas e Uirapuru.
1920 - Prole do Bebê para piano ou o Noneto (1923).
A audácia criativa dos anos 1920 (Serestas, Choros Estudos para violão e asa cirandas para piano seguiu-se um período neobrarroco - série de nove Bachianas brasileiras (1930-1945).
Combinou todos os estilos e gêneros introduzindo materiais musicais tipicamente brasileiros.
Bachianas Brasileiras n. 5
http://www.youtube.com/watch?v=Z-2AngS_Z5k
Música Sacra
Canto gregoriano
Leoninus
Profinus
Séc. XIV - Achaut
Séc. XV - (Transição)
Escola Flamenca
Joaquim Desprez
Profana ( Jean Oekgen)
RENASCENÇA (1400-1600) - Variedade de vozes:
Instrumental
Palestrina - Missa papae Marcelli
Monteverdi - Orfeu (final da época)
Don Carlo Jesualdo - Madrigais
Giovani Gabrielli - canzone personar
BARROCO - Vibrante
Vivaldi - As quatro estações
Handel - O Messias
Shutz - Paixão segundo S. João (criador da ópera alemã)
Bach - Concerto de Brandemburgo
BARROCO (1600) - Surge a Ópera:
Bach;
Handel;
Vivaldi;
CLÁSSICO (1750-1820) -
Bach;
Mozart;
Haydn;
Gluck;
Beethoven;
ROMÂNTICO (1820-1900)
Música Clássica com informações da música popular
Wagner;
Schumann;
Brahms;
Liszt;
Chopin;
Verdi;
Carlos Gomes.
SÉCULO XX
Impressionismo - Debussy, Ravel;
Expressionismo - Schoenberg;
Neoclassicismo - Stravinsk;
Nacionalismo - Villa-Lobos, Nepomuceno
http://www.youtube.com/watch?v=BeJI9weVxTM
HEITOR VILLA LOBOS
Rio de Janeiro, 5 de março de 1887 - Rio de Janeiro, 17/11/1959)
Maestro e compositor brasileiro)
Considerado o maior expoente da música do modernismo no Brasil.
Compôs obras que enaltecem o espírito nacionalista incorporando elementos das canções folclóricas, populares e indígenas.
Primeiras composições - marca do estilo europeu da virada do século XIX para o séc. XX.
Influências: Wagner, Puccini e pelo Romantismo francês da Escola de Frank.
Nas danças - características africanas (1914).
1917 - Descobre linguagem própria nos bailados Amazonas e Uirapuru.
1920 - Prole do Bebê para piano ou o Noneto (1923).
A audácia criativa dos anos 1920 (Serestas, Choros Estudos para violão e asa cirandas para piano seguiu-se um período neobrarroco - série de nove Bachianas brasileiras (1930-1945).
Combinou todos os estilos e gêneros introduzindo materiais musicais tipicamente brasileiros.
Bachianas Brasileiras n. 5
http://www.youtube.com/watch?v=Z-2AngS_Z5k
POESIA
É a expressão do pensamento em versos com número de sílabas limitada ou ritmo, rima, utilizando palavras e expressões que traduzam encanto, graça, alegria e qualquer sentimento ou idéia grandiosa.
Gêneros em Poesia
Épico - epopéia é a narração poética de algum fato heróico, maravilhoso. Do grego epos= palavra, narração.
São oito as epopéias na literatura:
Ilíada, Odisséia, Eneida, Divina Comédia, Jerusalém libertada, Lusíadas, Paraíso perdido, Messíada.
Poeta épico em Portugal: Camões.
No Brasil, as principais epopéias são:
Confederação dos Tamoios de Gonçalves de Magalhães;
Uruguai, de Basílio da Gama;
Caramuru - de Danta Rita Durão;
Colombo de Araújo Porto Alegre e Brasileiras - Carlos Alberto Nunes;
Características
Objetiva, impessoal, trata de sentimentos alheios, cenário imenso. Abrange civilização inteira. Estuda o jogo das maiores forças naturais e sobrenaturais.
Requisitos
Matéria ampla, estilo majestoso, com imponentes e grandiosas comparações e figuras.
Imaginação poderosa, capaz de movimentar a complexidade dos personagens.
Classificação
Característica fundamental
Anônimas. Contos e rapsódias transmitidas oralmente e posteriormente escritas.
Em Sânscrito Mahabárata, 214-778 versos: Ramaiana (tradições indiana)
O Livro dos reis (120.000 versos) - poema persa
A Ilíada - Guerra de tróia com o herói Aquiles
Odisséia - narrativas de viagens de Ulisses
2)Artificiais - caráter científico e resultado do trabalho artístico de grandes talentos.
Conceitos através dos tempos
Gêneros em Poesia
Épico - epopéia é a narração poética de algum fato heróico, maravilhoso. Do grego epos= palavra, narração.
São oito as epopéias na literatura:
Ilíada, Odisséia, Eneida, Divina Comédia, Jerusalém libertada, Lusíadas, Paraíso perdido, Messíada.
Poeta épico em Portugal: Camões.
No Brasil, as principais epopéias são:
Confederação dos Tamoios de Gonçalves de Magalhães;
Uruguai, de Basílio da Gama;
Caramuru - de Danta Rita Durão;
Colombo de Araújo Porto Alegre e Brasileiras - Carlos Alberto Nunes;
Características
Objetiva, impessoal, trata de sentimentos alheios, cenário imenso. Abrange civilização inteira. Estuda o jogo das maiores forças naturais e sobrenaturais.
Requisitos
Matéria ampla, estilo majestoso, com imponentes e grandiosas comparações e figuras.
Imaginação poderosa, capaz de movimentar a complexidade dos personagens.
Classificação
1) Naturais ou populares - espontâneas, produtos de lendas e tradições dos povos primitivos, mergulhados no período cheio de fábulas e de façanhas de seus heróis.
Característica fundamental
Anônimas. Contos e rapsódias transmitidas oralmente e posteriormente escritas.
Em Sânscrito Mahabárata, 214-778 versos: Ramaiana (tradições indiana)
O Livro dos reis (120.000 versos) - poema persa
A Ilíada - Guerra de tróia com o herói Aquiles
Odisséia - narrativas de viagens de Ulisses
Entre os Alemães- narrativas de lutas contra Àtila são retiradas nos Niebelungen. Façanhas de Carlos Magno celebradas nas gestas.
2)Artificiais - caráter científico e resultado do trabalho artístico de grandes talentos.
Eneida - de Virgílio, põe em realce a atividade de Enéias e a de seus companheiros nas origens do que foi mais tarde a nação de Roma. As epopéias surgidas entre os povos civilizados podem ser enquadradas nesta classificação.
Conceitos através dos tempos
Como os outros gêneros literários, a epopéia também evoluiu na forma e o romance seria a sua sobrevivência atual como o poema em prosa.
Fonte: Enciclopédia Ilustrada para o ensino fundamental . V. 1
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