terça-feira, 7 de novembro de 2017

EROTISMO E LITERATURA

Grécia Antiga
Cenas eróticas eram citadas na mitologia.

Roma
Esculturas eróticas

A literatura erótica se desenvolve com Ovídio e seu Ars Amatoria, um manual sobre sexo semelhante ao Kamasutra escrito na Ìndia no século 2 d. C por Mallanaga Vatsyayana. A obra possui lustrações de mais de 500 posições sexuais

Idade Média
Catolicismo reprime qualquer sensualidade. A Inquisição (1231) repreende a nudez e o sexo entre os clérigos. Giovani Boccacio foi perseguido por heresia pelo livro Decamerão com sátiras enviadas a igreja

IdadeModerna
Tema volta a ser abordado, mas com represália

Século XVIII
Literatura erótica do Marquês de Sade. Sua produção literária retrata a sexualidade. Filosofia na alcova. Sua principal  contribuição foi dizimar o mito de que sexo  precisa ser delicado e angelical, mas com agressividade

O erotismo se baseia naquilo que não é dito, mas sugerido.

karen Stolz que ensina escrita criativa na Pitsburg State University diz que o escritor deve ter cuidado com as descrições ¨Não é bom usar termos românticos demais para partes do corpo, mas também não abuse de palavras científicas. Mostre como a vida sexual dos personagens interfere em outros aspectos de suas vidas. certificar se a trama é completa e se não existe apenas devido as cenas de sexo.
O limite entre pornografia e erotismo é tênue.

O sexo é feito de várias formas; tato, prazer, beijos  palavras (Marcelino Freire)

Um conto erótico precisa de mais de sombra, que de tristeza, dúvida. Sem eles tudo é explícito e superficial e não há nada que se possa tirar de humano, de existencial.

O conto "Missa do galo" de Machado de Assis é erótico porque  trabalha a sensualidade como desejo, e com algumas coisas que não estão ali na sombra: silêncio escondido.

Alice Ruiz  - a produção erótica feita por mulheres faz com que se comece a conhecer a libido feminina

Textos clássicos do Erotismo
Teresa filósofa (1748 - Séc. XVIII) - Jean- Baptiste de Boyer (Marques d'argens). Publicado na França.
Romance cujo enredo aborda a formação de uma garota que sofreu abusos sexuais de seu preceptor.

Manual de civilidade destinado às meninas para uso nas escolas (Pierre Louys)
Humor e cinismo
Percebe-se a necessidade de a mulher romper os preconceitos machistas e repressores

O menino do bordel (1800) Pigault -Lebrun

As façanhas de um jovem Don Juan (inicio séc. XX) de Guillhaume Apollinaire

Minhas etapas amorosas - uma adolescência na Belle Époque (sec. 19) -.Émile  Desjardins mostra as mulheres como brinquedos sexuais.

Gamiani ou duas noites de orgia de Alfred de Musset (1810 - 1885)
Transgrediram ao mostrar as tríbades (mulheres homossexuais) em ação numa época em que o lesbianismo era completamente licenciado

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Oscar Wilde

Oscar  Wilde
Escritor irlandês
Dublin, 16/10/1854 – Paris, 30/11/1900).
OBRAS:        
Salomé (1893)
 Produziu, entre outros escritos, De Profundis, o clássico anarquista, a alma do homem sob o socialismo e a célebre Balada do Cárcere de Reading.
Em seu único romance, O Retrato de Dorian Gray  considerado por críticos como obra-prima da literatura inglesa, Oscar Wilde trata da arte, da vaidade e das manipulações humanas.
Já em várias de suas novelas como, por exemplo, O Fantasma de Canterville  Wilde critica o patriotismo da sociedade.
Em seus contos infantis preocupou-se em deixar lições de moral através do uso de linguagem simples como  “O Filho da Estrela” . No teatro, escreveu nove dramas, muitos ainda encenados até hoje.
Wilde destacou-se como poeta, principalmente na juventude.
Rosa Mystica, Flores de Ouro são alguns trabalhos conhecidos nesse campo.
Wilde foi um mestre em criar frases, marcadas por ironia, sarcasmo e cinismo.

Oscar Wilde morreu de um violento ataque às 9h50min do dia  30 de novembro de 1900

 http://www.paralerepensar.com.br/o_wilde.htm

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

LITERATURA CONTEMPORÂNEA

Temas a partir da década de 1970

Solidão dos indivíduos nas grandes metrópoles
Automatização da vida
Tensão entre individual e coletivo
Massificação da cultura
Crises existenciais
Desigualdades sociais
Preconceitos e as lutas contra eles
Violência
Acontecimentos no campo da politica

Um passeio pelo século XX
Primeira e Segunda Guerra
Movimentos políticos contra a exploração e desigualdade
expansão dos meios de comunicação, rádio e tv
internet
circulação de informação
era da imagem - parecer ser do que ser
fim da guerra fria com a queda do muro de Berlim (1989)
globalização
Associações econômicas
Consumo
Concentração de riqueza
literatura de resistência (mercado supervaloriza os bestsellers)
Literatura que se volta para o ser, reflexões existencialistas
Busca da identidade de grupos que estão à margem das políticas hegemônicas (mulheres, classses trabalhadoras, negros e grupos LGBT)
Discussões políticas, ambientes  ecológicos

Final da década de 1970
Jovem guarda
Tropicália
Música ufanista (exalta o nacionalismo alinhado as ideias da  Ditadura)

Black music (precursor dos bailes funk do final da década de 90) - com Tim Maia e Toni Tornado
O DJ Fernando Luís da Mata (Malboro) criou um novo gênero da música brasileira dando destaque jovens da periferia que com a expansão da internet, passaram a divulgar suas músicas ganhando independência dos meios tradicionais e ganhando espaço no início do ano 2000.

Final Anos 70 a 1998
Discotecas - valoriza a batida eletrônica

Anos 80
Inflação descontrolada
Retração industrial
Estagnação econômica
Desemprego
Aumento da dívida externa
Partido dos trabalhadores
Rock brasileiro - ¨Você não soube me amar¨ (Banda Blitz)
Surge o chamado rock brasileiro. Oito bandas:
Barão vermelho
Paralamas do sucesso
Kid Abelha
Titâs
Ultrage a rigor
RPM
Legião Urbana
Engenheiros do Havaí

Ecoam protestos de MPB
Falta de ética
Influência da tv
Consumismo
Alienação da Classe Média
Violência da  Política

Rock
Pop sertanejo
Pagode
Afro pop baiano (axé-music)
Musica de vanguarda (mistura de música popular e música erudita lançada por Arrigo Barnabé) que
refletiu o experimentalismo radical dos tropicalistas e dos concretistas e ficou conhecida por Vanguarda Paulista.

Décadas seguintes
Economia - Construção dos Shopping Centers criando novos hábitos de consumo e comportamento

1985
Eleição indireta de Tancredo Neves finaliza o regime militar

1988
5/10/1988 - foi promulgada a CF (7ª) elaborada por 558 constituintes durante 20 meses e garante os direitos sociais, econômicos, políticos

1990
Sarney foi sucedido pelo 1º presidente eleito pelo voto direto após a ditadura

2001
Color foi afastado do governo pelo Congresso após um processo de Impeachment assumindo o poder o vice Itamar Franco
Tema de Haiti - Caetano Veloso e Gilberto Gil

1984
Fernando Henrique (1988) - primeiro presidente reeleito

2002
Luiz Inácio Lula da Silva (1º presidente não originário das elites brasileiras)

2006
Reeleito

2010
Elege Dilma Roussef

Ficção Contemporânea
Temática urbana
Violência
Exclusão Social
Desequilíbrios psicológicos
Caos urbano

Gênero: conto, crônica e romance

Autores
Dalton Trevisan (paranaense) - Novelas nada exemplares; O Vampiro de Curitiba expõe as taras e idiossincrasias da vida doméstica
Fernando Sabino
João Ubaldo Ribeiro
João Antônio - Malagueta, Perus e Bacanaço e Leão de Chácara (personagens mendigos, jogadores, traficantes, biscateiros, prostitutas e crianças de rua.
Osman Lins
Chico Buarque
FernandoMoraes
Ana Miranda
Marina Colassanti
Luís Fernando Veríssimo
Rubem Fonseca - O homem de fevereiro ou março; Feliz Ano Novo - retrata um RJ violento e com uma classe média isolada em seus apartamentos
Antonio Callado
Moacyr Scliar
Ignácio de Loyola Brandão
Afonso Romano de Sant'Anna
Marcos Rey (paulista) - O Enterro da cafetina e O pêndulo da noite (acompanha a vida de desempregados e marginalizados em São Paulo.

Destoa dessa visão não realista
Nélida Piñon (Carioca) - obra introspectiva e simbólica -Guia mapa de Gabriel Arcanjo e
Tempo das frutas

Osman Lins (pernambucano) - O visitante (1955)
                                                   Avalovara (1973)
                                                   Nove, Novena (1966) técnica Palíndromo
Literatura marcada pela exploração interior dos personagens

Técnica polifônica* evidenciada por sinais gráficos e outros procedimentos visuais, à maneira dos experimentalismos concretistas.
Popularizada pelo livro O jogo da Amarelinha do escritor Júlio Cortázar

Técnica Palíndromo - narrativa remete a outra permitindo ao leitor fazer diferentes caminhos na leitura, criando diferentes sentidos.
Autran Dourado
Ariano Suassuna
Darcy Ribeiro (antropólogo mineiro)

Década de 70 (2ª metade)
Roberto Drummond
Ignácio de Loyola Brandão
Ivan Ângelo
João Ubaldo Ribeiro

Reflexão política com caminho experimentalista


Realismo Fantástico
Tensão dos limites entre o possível e o impossível, entre o natural e o sobrenatural
adotando a narrativa do insólito
Representantes: Moacyr Scliar com o conto ¨História da Terra Trêmula¨ (1976)

Literatura Marginal (Fora dos padrões vigentes)
Por seu caráter de resistência, o termo passa a ser usado a partir da década de 70, para designar a poesia que surgida no contexto da ditadura militar denuncia a situação social, política, econômica e cultural.
Características
Influência do Modernismo
Tom irônico ou sarcástico
Linguagem coloquial
Abordagem de temas urbanos (drogas, sexo)
Poema piada, experiências linguísticas, colagens, sonetos e Haicais
Escrevem sobre o cotidiano, sobre seu tempo e sua realidade

Poetas que à margem do mercado editorial e fora do Cânone literário compunham seus poemas sobre a vida cotidiana ora expressando seus sentimentos, ora discutindo a vida e a influência da política ou criticando a sociedade, expressando sobre seu tempo e sua realidade.

Wally Salomão, Cacaso, Alice Ruiz, Chacal, Torquato Neto, Ana Cristina César e  Paulo Leminski

Divulgação: muros, jornais e revistas de pequenas tiragens e folhetos mimeografados

Década de 90
O termo marginal passa a designar os moradores de periferias urbanas
Moradores da Periferia defendem a voz da periferia
literatura como ferramenta de libertação

Revista  ¨Caros Amigos¨ publica a série ¨Literatura Marginal em Três Atos¨ (2001-2004)
trouxe a cena escritores selecionados por Ferrez (Reginaldo Ferreira de Sá) e Sergio Vaz

Ferrez - Capão Redondo

Hoje a Literatura Marginal é reconhecida no exterior

Carolina Maria de Jesus  é considerada por alguns críticos como a primeira escritora marginal





*Polifonia na literatura - o autor intertextualiza outras obras dentro de uma, para dar sentido a mesma.
Palíndromo - Palavra que pode ser lida da esquerda para a direita e de trás para a frente continuando a mesma palavra


Mundo dos Gregos


O MUNDO GREGO

GRÉCIA ANTIGA
País europeu na península balcânica. Constituía-se de pequenas cidades (pólis), independentes com língua e religião semelhante. Havia então unidade cultural, não unidade política.

Lá estão as orígens do nosso pensamento filosófico (amplia a compreensão da realidade) e político.

Atena - deusa grega da sabedoria, da razão e da guerra.

2000 a. C até 200 a. C.
O poder estava nas mãos dos reis e sacerdotes

Reconheciam e valorizavam a capacidade de realização do homem e não responsabilizavam as divindades por seus destinos.

Atenas era uma das cidades mais importantes. Ela que lançou as bases culturaisda nossa civilização.
Criou a democracia - sistema de governo como modelo de organização social e política
Vigorou no século V e VI a. C

O conjunto de cidadão de uma pólis excluía as mulheres, estrangeiros e escravos.


PERÍODO AQUEU ou  Pré-Homérico
Povos indueuropeus
2100 a. C Aqueus subjugam os nativos (pelasgos)
1800 a. C. eólios e jônios instalam-se e integram-se
1500 a. C Aqueus subjugam a civilização creto-micênica e invadem a ásia menor

Inicia-se a Guerra de Tróia (1270 a. C)

PERÍODO HOMÉRICO
Invasão dos Dórios
sec. XII a. C ao VIII a. C

Esparta - militarista
invade cidades para resolver o problema da agricultura
declina no século IV a. C com a guerra do Peloponeso

Atenas séc. X a. C
Tribos jônicas na península da Ática.
Séc. VIII a.C - núcleo rural
Eupátridas - propriedades rurais (dominante)
Trabalhadores: rendeiros, assalariados e escravos.
pequenos proprietários tinham existencia difícil e pegavam empréstimo tornando-se rendeiros ou escravos dos eupátridas

Sistema do governo
Monarquia hereditária
o poder do rei (basileu) era limitado por um conselho aristocrático (areópago) e depois oligárquico

Movimento colonial estimulou o artesanato e transformou Atenas em importante entreposto comercial do Mar Egeu


Fonte O Mundo grego (vitor Biasoli)

sábado, 22 de julho de 2017

GUILHERME DE ALMEIDA


GUILHERME DE ALMEIDA
(24/07/1890 [Campinas] – 11/07/1969 [São Paulo])

Príncipe dos poetas brasileiros.

Foi advogado, jornalista, crítico de cinema, poeta, ensaísta e tradutor.

Divulgou o poema Haikai no Brasil.

Primeiro modernista a entrar na Academia Brasileira de Letras em 1930.

Combateu na Revolução Constitucionalista de 1932.

Foi sepultado no Mausoléu do soldado constitucionalista no Parque Ibirapuera.

Obras
Nós
A dança das horas
Messidor


 Casa de Guilherme de Almeida

sexta-feira, 21 de julho de 2017

sábado, 1 de abril de 2017

CORA CORALINA

CORA CORALINA
(20/08/1889 [Goiás] - 1/04/1985)
Pseudônimo de  Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas

Considerada uma das mais importantes da poesia brasileira, seu primeiro livro foi publicado aos 76 anos: Poema dos becos de Goiás e estórias mais

Seus primeiros escritos são de sua adolescência ( Aos 16 anos uma crônica foi publicada pelo Jornal Tribuna Espírita no Rio de Janeiro)

Cora Coralina tornou-se conhecida do grande público quando Carlos Drummond de Andrade publicou em 1980 uma crônica dizendo que sua poesia era importante. "Os versos de Cora Coralina nos remetem a um Brasil vário"

A casa onde Cora Coralina viveu seus últimos anos foi transformada em 1985 no Museu Cora Coralina, reconhecido em 2001 Patrimônio Histórico da Humanidade pela UNESCO
                                                 Fonte: Roteiros Literários

                                                                               

                                                            Fonte: wikipédia


Museu Cora Coralina

Cartas de Drummond para Cora Coralina

 Entre os itens expostos estão as cartas trocadas com Carlos Drummond de Andrade

Eça de Queiroz e João Guimarães Rosa foram influenciadores de sua obra  poética

Gostava de ler dicionários e organizava lista de palavras ( apelidos, nomes de lugares, palavras e significados)

"O grande livro que sempre me valeu e que aconselho aos jovens, um dicionário. Ele é pai, é tio, é avô, é amigo e é um mestre. Ensina, ajuda, corrige, melhora, protege." (Vintém de Cobre)


Se dizia mais doceira que autora.

Saudada por grandes nomes da literatura e ganhadora de prêmios e medalhas sua poesia questiona paradigmas socioculturais nas relações hierárquicas

presença da memória  como instrumento que reflete a experiência de indivíduos colocando em circulação  memórias coletivas no leitor

Modo de vida  solidário  do interior contrastando com a sociedade capitalista em que o individualismo é o que se  prepondera

questionamento das reclusões e submissão das mulheres

Em Vintém de Cobre denuncia a tirania vivida pela crianças do passado.


Eu sou aquela mulher
a quem o tempo
(...)
Ensinou a amar a vida.
Não desistir da luta. 
Recomeçar na derrota
Renunciar a palavras e pensamentos negativos.
Acreditar nos valores humanos.
Ser otimista.
(Vintém de Cobre)


Sozinha...
Na estrada deserta,
sempre a procurar
o perdido tempo
que ficou pra trás.

Esse trecho me fez lembrar o início de O Caminho de Swann de Proust  " ao voltar para casa, vendo minha mãe que eu tinha frio, ofereceu-me chá, (...) Ela mandou buscar um desses bolinhos pequenos e cheios chamados madalenas e que parecem moldados(...) levei aos lábios uma colherada de chá onde deixara amolecer um pedaço de madalena.Mas no mesmo instante em que aquele gole, de envolta com as migalhas do bolo, tocou o meu paladar, estremeci, (...) Invadira-me um prazer delicioso."


Desde então quando comemos alguma coisa e pensamos nas refeições de nossa infância diz-se que aquela coisa degustada é uma madeleine de Proust.
                                         

Rachel de Queiroz que certa vez foi a Goiás só conhecer Cora Coralina tinha também esse  memorialismo dos saberes e sabores da infância :
  "Era um fogão enorme, bem no centro da cozinha com uma chaminé no meio. Tinha então início o dia na cozinha de minha avó, que iria funcionar, sem pausas, até a hora do jantar." (O Não me deixes)


Cora Coralina,  doceira de profissão, misturou poesia e doce. Sua poesia tem traços da simplicidade do interior  e as práticas cotidianas das mulheres nos seus afazeres domésticos.

  "Sou mais doceira e cozinheira do que escritora, sendo a culinária a mais nobre de todas as artes: (...) está ligada à vida e à saude humana."



Obras
"O canto da Inhuma"um dos seus primeiros poemas escrito em 1900 quando tinha 11 anos.


Poesia
1965-Poemas dos becos de Goiás e estórias mais
1976 - Meu livro de cordel
1983 - Vintém de cobre - Meias confissões de Aninha
1986 - Tesouro da casa velha
2001 - Villa Boa de Goiás

Conto
Estórias da casa velha (1985)

Infantil
Meninos verdes (1986)
A moeda de ouro que o pato engoliu (1999)
O prato azul-pombinho (2002)


Seus restos mortais repousam no cemitério São Miguel (Goiás) ao lado do pai. Quis ver ainda em vida sua pedra tumular inscrita com os versos que ela compôs:

"(...) Deixo o que quero para marcar minha passagem por essa vida" (Cora Coralina)


Fonte: Roteiros Literários


"Que sabe você da fala das sementes?" Cora Coralina